– Nós renovamos e foi um contrato a altura do Paulinho, do futebol que está jogando e do mercado que ele tem. Não há a menor intenção de vender o Paulinho. Isso está fora de cogitação. Temos um ciclo até julho. Acertamos o contrato para ele ficar aqui, não para vendê-lo – disse o dirigente em entrevista a emissoras de rádio.
Ciente dos olhares dos clubes europeus sobre o jogador, o Corinthians agiu rápido e comprou 50% dos direitos que pertenciam ao Banco BMG por cerca de € 5 milhões (R$ 13,1 milhões) – a outra metade é do Audax-SP. Paulinho ainda recebeu um aumento salarial considerável e prorrogou o contrato até o fim da temporada 2015.
O acerto, porém, não impede o assédio. Os próprios dirigentes do Corinthians admitem que algumas propostas devem surgir assim que a delegação retornar do Mundial. O volante foi decisivo na conquista da Taça Libertadores e ganhou muito espaço na Seleção Brasileira, entrando definitivamente na briga por uma vaga de titular na Copa de 2014.
Nos últimos meses, a imprensa europeia passou a noticiar novamente que o Inter de Milão estaria disposto a pagar € 15 milhões (R$ 39,4 milhões). Já os jornais ingleses especularam sobre um possível interesse do Chelsea, provável adversário corintiano na decisão do Mundial.
– Não queremos nos desfazer de nenhum jogador. Pelo contrário. Queremos trazer o que o Tite pedir – ressaltou Gobbi.
Paulinho não confirma que ficará até julho. Em várias entrevistas, o volante chegou a dizer que só garantia a permanência no Timão até a competição no Japão. O clube já vem preparando um substituto. Guilherme, contratado da Portuguesa durante o Brasileirão, é uma grande aposta dos dirigentes para ficar com a vaga. Se é que ela ficará vaga.
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